sexta-feira, 26 de outubro de 2018

O MARCENEIRO, A ÚLTIMA TENTATIVA DE CRISTO, NOVO ROMANCE MISTICO DE SILAS CORREA LEITE


Marceneiro, release – NOVO LIVRO DE SILAS CORREA LEITE

 

O MARCENEIRO, A ÚLTIMA TENTATIVA DE CRISTO, Novo Romance Místico de Silas Corrêa Leite, no prelo

-E se Jesus Cristo já estiver voltado, de novo?...

-E se não tivesse sido reconhecido, e aceito, de novo?...

Tudo é possível ao que crê?

E ao que não crê?

Leia O MARCENEIRO, A última tentativa de Cristo, romance místico de Silas Corrêa Leite

LEIA E CREIA.

Leia e mude suas certezas que não são suas...

-Quando estava ao fim do milênio, e comentava-se sobre o tal BUG DO MILÊNIO:

O tal problema do ano 2000, bug do milênio (ou milénio) ou Bug Y2K[1] foi o termo usado para se referir ao problema previsto ocorrer em todos os sistemas informatizados na passagem do ano de 1999 para 2000. Bug é um jargão internacional usado por profissionais e conhecedores de programação, para se referir a um erro de lógica na programação de um determinado software.

Com base nesse alvoroço anunciado, como depois o tal do meteoro do fim do mundo, e o autor, inédito e eterno escritor emergente, quando não neomaldito, precisando lançar seus livros, escrever um primeiro romance, não titubeou, que ainda dava tempo de escrever antes do mundo acabar, antes do cantado fim de tudo.

Vivia uma situação financeira e pessoal difícil, então se o mundo acabasse resolveria o problema, pensou. Em seguida, sofreu um acidente, ficou com o braço esquerdo quebrado e o braço direito engessado, mas dando para usar um pouco.

Pois, de licença médica, de rotina, como é inquieto e não fica sem trabalhar, ler e escrever, odeia o bendito tédio, arrumou a velha máquina de escrever Olivetti, catou uns papéis de contabilidade, folhas corridas juntas umas nas outras, montou a máquina para só escrever e virar as folhas, rascunhando o que afinal seria o primeiro romance.

Aliás, teimava em saber se saberia como escrever um. Testou-se. Leu O Memorial de Maria Moura, de Raquel de Queiroz, que depois virou minissérie, e pensou: posso escrever um romance como esse. Até melhor do que esse. Pensou e decidiu.

Durante pouco mais de 15 dias, malemal uma mão inteira e poucos dedos da outra, do braço engessado, quase 15 horas por dia, sem parar, tocou o despojo do jorro neural que foi o livro. Às vezes, de madrugada ainda escrevendo, sentia que a sala do apartamento simples e ruim estranhamente se iluminava. Ele parava de escrever assustado. Que bicho estava pegando...

Pois fez o romance inicial, o despojo base, que depois mudaria aqui e ali, melhoraria, daria versão final, fim de 1999. Depois, claro, com computador, etc. e tal, foi mamão com açúcar. Mas o romance empacara. Outros saíram, renderam boas críticas, elogiados, o bendito Marceneiro nadica de nada.

Antes disso, uma parente advogada e carente leu e chorou muito, várias vezes. Correu o assunto, um dia um sr que se dizia da Federação Espírita bateu na casa do poeta, querendo ler o bendito livro, se possível fosse. Ficou quase 12 horas lendo, na casa do autor. Elogios, e disse que voltaria.

Voltaria meses depois, com um contrato, dizendo que o autor era médium, que lançaria o romance ás custas da editora da federação, coisa e tal, era só assinar o contrato, a apresentação ele arrumaria dizendo que o escritor era médium, espirito evoluído, e que usava sua sensibilidade para a literatura, e ali o livro era uma prova vivo disso...

O escritor titubeou. E se não fosse médium como o sr dizia? E se depois quisesse mudar aqui e ali, ou ainda acrescentar as tais profecias, revelações, etc. que o livro despojara? Refugou. Depois do livro formatado, mandou para editoras brasileiras. Como sempre, nem respostas. Mandou para uma da África e outra de Portugal, elogiam e se proporam a lançar o livro, com algumas “alterações” pontuais, mas desde que principalmente o autor comprasse uma certa quantia de exemplares, pagando em Euros.  O autor recuou. Tudo de novo.

Por essas e outras tantos outros livros, ensaios, romances, poesias, contos, microcontos, haicais, etc. trabalhos premiados, um monte no site Amazon, foram lançados, alguns finalistas de concursos de renome, e o Marceneiro nada. Depois o autor escreveu outros dois livros na minha linha, sentido e estilo, um ainda permanece inédito, mas tb deve sair em seguida, tb no prelo (ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS) outro saiu como ebook, no flanco e junto com o primeiro livro interativo da web do autor, trabalho inédito, único no gênero, que foi destaque na grande mídia, inclusive televisiva, e tese de mestrado em doutorado.

Agora também cumprindo um ciclo, depois do Marceneiro deve sair esse outro livro da série, chamado ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS, romance místico também, que compõe a bendita trilogia, além de futuramente pintar no mesmo estilo um livro de Salmos Contemporâneos pintado...

Com esses três livros, saindo o terceiro, o autor já pensa em fazer um curso de roteiro, juntar as três histórias, dos 3 livros, romances, e bolar uma novela. Sim, para uma minissérie na televisão. Talvez valha a pena. Talvez a coisa funcione. Pensando e sonhando isso, filho de maestro de banda e regente de coral, de origem protestante calvinista ortodoxa, depois tendo estudado em colégio de padres, pesquisando outras filosofias religiões e mesmo o budismo (e escreveu o livro/romance TIBETE com essa linha de pano de fundo), até bolar ideias de abertura da tal sonhada mini série, com hinos, clássicos universais, suas composições suas e outras da MPB, e sacras, gospel, composições que poderiam enredar a trilha sonora da a trama da novela/minissérie. Sonhar pode?

Pode ser que seja assim, ou não, quem sabe?

Depois e assim, fica no ar a questão: O que no livro tem que permanecer oculto? O que no livro não podem ser revelados, e contraria interesses, e de quem, de que impérios? O livro vai ser censurado? Vai ser proibido? Por ser diferenciado e polêmico, que interesses iria contrariar?

O que do livro assusta, incomoda?

Por essas e outras, esse depoimento sobre O MARCENEIRO, A última tentativa de Cristo.

Você não vai acreditar. LER ANTES QUE TIREM DE CIRCULAÇÃO?

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E-mail do autor: poesilas@terra.com.br